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Alunos de Psicologia e Fisioterapia executam pesquisa relacionada ao Programa Vida no Trânsito

09 de Abril de 2019 07:00

Durante cinco dias, acadêmicos dos cursos de Psicologia e Fisioterapia da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás (UFG) e com especialistas em trânsito de vários estados do país, desenvolveram uma pesquisa relacionada ao “Programa Vida no Trânsito (PVT)” — iniciativa do Ministério da Saúde e da Organização Pan-americana de Saúde (OPAS) voltada para reduzir os índices de pessoas mortas em acidentes.

Por meio da pesquisa, o grupo fez operações em locais de grande aglomeração de pessoas, além de blitz em algumas avenidas movimentadas da capital sul-mato-grossenses durante a madrugada. O trabalho contou com o apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPtran) e vários condutores de veículos foram entrevistados e responderam perguntas a respeito da ingestão de álcool e uso drogas associados à direção, a utilização do cinto de segurança e o uso do celular ao volante.

Campo Grande foi uma das 14 capitais do Brasil escolhidas para que a pesquisa fosse realizada. Segundo o professor de Psicologia da Católica e especialista em trânsito, Dr. Renan da Cunha Soares Júnior, a cidade está entre as analisadas pelo programa pois, desde 2010 e 2011, foi considerada a capital com mais problemas no trânsito e com o maior número de mortes por acidentes.

O docente pontuou também que a execução da pesquisa aqui foi muito positiva. “Campo Grande foi escolhida para a pesquisa sobre a região Centro-Oeste e o trabalho foi efetivamente muito bom. A partir disso, será possível avaliar se o Ministério da Saúde está fazendo sua obrigação”, esclareceu Renan.

Como fatores de risco prioritário para a intervenção do PVT são considerados: dirigir sob influência de álcool e velocidade excessiva ou inadequada. Em todas as capitais onde a pesquisa foi realizada, ao todo, foram feitas 345 entrevistas em lugares de aglomeração e a mesma quantidade em blitz.

Texto sob supervisão de Natalie Malulei.

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