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Eventos sobre altas habilidades e superdotação promovem 17 oficinas para os participantes

26 de Outubro de 2018 14:00

Encerram-se neste sábado (26), o I Seminário de Altas Habilidades Humanas e Superdotação, o III Congresso Internacional  sobre Altas Habilidades e Superdotação e o VIII Encontro Nacional do ConBraSD — Conselho Brasileiro para Superdotação. Os três eventos são realizados simultaneamente na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) e promovem, no último dia, 17 minicursos voltados para acadêmicos de Letras e Pedagogia, além de profissionais das áreas e pais de crianças e adolescentes superdotados ou com altas habilidades.

Mais do que as oficinas, os eventos tiveram início na quarta-feira (24) com uma mesa-redonda feita durante o Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão — Saberes em Ação, promovido pela UCDB. Durante os dois primeiros dias foram realizadas outras quatro mesas-redondas e oito palestras com a participação de aproximadamente 30 profissionais convidados de renome nacional e internacional.

Segundo a professora do Centro Estadual de Atendimento Multidisciplinar para Altas Habilidades e Superdotação (CEAM/AHS), Brenda Matos, os eventos foram de suma importância para acadêmicos e profissionais da área. Na data, a docente também enfatizou a relevância dos trabalhos desenvolvidos pelo centro em que trabalha em parceria com Católica.

“Por meio de um acordo entre o Governo do Estado e a UCDB, a Universidade abriu as portas para atender os alunos do ensino médio que têm altas habilidades para que eles pudessem participar do Programa de Iniciação Científica Júnior (Pibic  Júnior) e, além disso, temos hoje 16 projetos desenvolvidos com a Católica que envolvem estudantes superdotados, o que é muito positivo”, comentou Brenda.

Além da troca de conhecimentos entre os profissionais convidados e participantes, os três eventos também trouxeram para o público apresentações culturais junto com lançamentos e vendas de livros relacionados com métodos educacionais voltados para pessoas superdotadas. “É importante que acadêmicos e profissionais da área adquiriram conhecimentos e saibam identificar quando um aluno é superdotado ainda nos primeiros anos da escola, pois se isso não for feito, eles podem acabar sem incentivar o estudante e banalizar a habilidade que ele possui”, esclareceu Brenda.

Texto sob supervisão de Natalie Malulei.

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