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Exposição de telas da UCDB no Bosque dos Ipês mostra ritual Xavante

20 de Abril de 2021 07:07

 

Em todas as culturas, os rituais marcam determinado acontecimento importante. Nas ricas e tradicionais populações indígenas, esses momentos são carregados de simbolismos. Uma dessas cerimônias está retratada no livro “Danhono”, um ritual Xavante de iniciação dos jovens, com fotos de Cosma Salvatore, pinturas de Élios Longo de Oliveira e texto de Pe. Bartolomeo Giaccaria. As telas de Oliveira são parte do acervo da Universidade Católica Dom Bosco e, até dia 19 de maio, poderão ser vistas pelos frequentadores do Shoppping Bosque dos Ipês, em Campo Grande, em uma exposição especial.

São 13 telas do artista plástico Élios de Oliveira que ficam permanentemente expostas no saguão da Clínica-Escola da UCDB, no campus Tamandaré. O autor desenvolve sua produção artística escolhendo temas ligados à natureza e à vida simples. “Fomos convidados pela direção do Shopping Bosque dos Ipês para mostrar o acervo artístico e cultural que a UCDB tem, de uma riqueza ímpar que deve ser mostrada para a sociedade. Ficamos honrados com o convite, que nos indica como a UCBD é respeitada em todos os locais e reconhecida por sua importância cultural”, destacou o coordenador da Área de Cultura e Arte da Católica, ligada à Pró-Reitoria de Pastoral e Assuntos Comunitários, Roberto Figueiredo.

A exposição foi iniciada hoje e está localizada no primeiro piso do centro de compras. O ritual Danhono foi retratada em texto e imagens no livro feito pelos salesianos Cosma Salvatore, missionário leigo, e Bartolomeo Giaccaria, que é Dr. Honoris Causa pela UCDB. Ambos dedicaram a vida em favor da sobrevivência física e cultural dos Xavante.

“Informar por meio da arte é uma das maneiras mais bonitas de ensinar. Gosto muito de um conceito que diz que é preciso conhecer para respeitar. Então, ao levarmos ao público um pouquinho de uma cultura rica como a dos Xavante ajuda as pessoas de outras etnias a conhecer e, principalmente, respeitar”, ressaltou Figueiredo, que também é historiador.

 

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