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Você tem fotos no Museu das Culturas Dom Bosco? Envie para nós!

01 de Outubro de 2021 14:58

 

Você já pensou quantas histórias podem ser vivenciadas ao longo de sete décadas de existência? Pois é. O Museu das Culturas Dom Bosco atingiu essa marca histórica e quer contar sua história junto com você. Para isso, convida a todos a enviarem fotos dos momentos no local. E vale desde as mais antigas até as recentes; no Colégio Salesiano Dom Bosco, passando pela Rua Barão do Rio Branco, até o local atual, o Parque das Nações Indígenas — qualquer registro é válido para comprovar o quanto nosso querido museu está na memória campo-grandense! Envie suas fotos para o e-mail info@mcdb.br.

“São cerca de 500 mil visitantes, centenas de turmas de escola, das mais variadas idades, que passaram pelo local. Ele é um dos pontos turísticos principais de Campo Grande e por isso queremos reunir os registros das experiências nesses 70 anos de funcionamento”, explica o diretor do MCDB, Dirceu Maurício van Lonkhuijzen.

Dentre as fotos mais icônicas estão as visitas do Papa João Paulo II, em 1991, quando aconteciam as comemorações dos 40 anos do Museu. Pelo local também já passaram os reitores-mor dos Salesianos, que são os sucessores de Dom Bosco na liderança da instituição religiosa, além de representantes de embaixadas, artistas, políticos, turistas, entre muitas outras pessoas.

O Museu possui um vasto acervo etnográfico, com peças de povos indígenas de Mato Grosso do Sul, de Mato Grosso e da Amazônia, além de coleções da história natural, por meio de acervo de entomologia (insetos), malacologia (conchas) e da grande zoologia, com peixes, anfíbios, répteis, aves, mamíferos, e, ainda, coleções de fósseis e de minerais.

“É uma satisfação imensa poder celebrar os 70 anos do Museu e saber que toda essa riqueza histórica é fruto da vontade que brotou no coração do padre Félix Zavattaro em materializar e preservar as culturas dos povos indígenas, com os quais os salesianos trabalhavam. O selo vai eternizar esse momento histórico para a sociedade. É um acervo maravilhoso, incalculável, de um valor que realmente a gente não faz ideia”, destaca Pe. José Marinoni.

 

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